Visando a divulgação do patrimônio cultural da cidade e sua participação na Semana Nacional de Museus, promovida pelo Departamento de Muse
us e Centros Culturais do IPHAN, cujo tema deste ano é "Museus e Turismo", a Prefeitura de Niterói, através da Secretaria Municipal de Cultura, promoveu o projeto "Caminho dos Museus". O evento aconteceu nos dias 23 e 24 de maio, das 10h às 18h. Alguns alunos da EJA participaram deste evento no dia 24 de maio (d
omingo). Tivemos a oportunidade de conhecer alguns dos Museus estabelecidos em Niterói. O Caminho dos Museus contou também com uma van que fazia a conexão entre o MAC, MAP, SOLAR DO JAMBEIRO e MUSEU DO INGÁ.
Museu de Arte Contemporânea
MAC

O Museu de Arte Contemporânea de Niterói localiza-se no Mirante da Boa Viagem, no bairro de
Boa Viagem da cidade de
Niterói, estado do
Rio de Janeiro, no
Brasil. Projetado pelo
arquiteto Oscar Niemeyer, o MAC tornou-se um dos cartões-postais de Niterói.
ArquiteturaEdificado em
1996, destaca-se na paisagem pelo arrojo de seus traços contemporâneos, que o fazem assemelhar-se a um
cálice ou a
disco voador. Foram necessários cinco an

os para erguer a estrutura de quatro pavimentos, inscrita numa
praça de 2.500
m².
Estudante no início da década de 1960, olhei para o trabalho de Niemeyer como um estímulo, analisando com cuidado os desenhos de cada novo projeto. Quarenta anos depois, ele ainda tem o poder de nos surpreender.
O Museu de Niterói é um bom exemplo. Posicionado no promontório rochoso como uma planta exótica, ele despedaça o convencional justapondo arte com uma vista panorâmica do po

rto do Rio. É como se, em sua mente, ele tivesse esmagado nas rochas abaixo a convencional caixa da galeria, e nos desafiado a enxergar arte e natureza como duas coisas iguais.
Caminho Niemeyer
A partir da concretização deste projeto, a Prefeitura Municipal de Niterói convidou o arquiteto a realizar outros trabalhos na cidade. A série de intervenções urbanísticas daí decorrente é conhecida como
Caminho Niemeyer.

Acervo
O acervo permanente do MAC é constituído pela Coleção João Sattamini, um conjunto de mais de mil peças, reunidas desde a
década de 1950 pelo colecionador
João Sattamini, constituindo a segunda maior coleção de
arte contemporânea do Brasil
[2]. Além de programação cultural variada, o museu oferece, aos domingos, atividade de contação de histórias.

O Museu Antônio Parreiras (MAP)

É um
museu brasileiro dedicado à preservação da memória e da obra de
Antônio Parreiras (1860-1937), um dos maiores pintores brasileiros. Localiza-se na Rua Tiradentes 47, no

bairro do
Ingá,
Niterói, no estado do
Rio de Janeiro. É um museu estadual, subordinado à
FUNARJ, órgão da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro.
O museu foi inaugurado em
21 de janeiro de
1942 e ocupa três prédios que pertenceram ao pintor e à sua família: sua antiga residência, seu ateliê e residência de seu filho
Dakir (1894-1967), e da sua filha Olga, que foram adaptados como museu. Sua área total cobre 5 mil metros quadrados. O museu foi tombado em
1967 pelo
IPHAN.
O jardim de 4 mil metros quadrados, incluído no tombamento, foi desenhado e plantad

o pelo artista.
A antiga residência de Parreiras é um casarão projetado por
Ramos de Azevedo e construído em
1894. Ali foram instaladas as salas de exposição e a administração do museu. Em seu ateliê, erguido em
1912, estão outras salas de exposição, e a casa de sua filha foi adaptada como reserva técnica.
Hoje o acervo do museu é composto por mais de 2.000 itens e é dividido em acervo artístico e não artístico:
No acervo artístico:
Coleção Antonio Parreiras, com
pinturas e
desenhos realizados entre
1883 e
1937;

Coleção de Arte Brasileira dos Séculos XIX e XX, com obras de pintores como
Georg Grimm,
Nicolau Antônio Facchinetti (1824-1900),
Henrique Cavalleiro (1892-1975),
Georgina Albuquerque (1885-1962) e outros;
Coleção de Arte Estrangeira, com obras européias que pertenceram ao artista e à coleção de
Alberto Lamego, onde se destacam pinturas flamengas, francesas e italianas dos séculos XVI e XVII.
No acervo não-artístico:Objetos pessoais de Antonio Parreiras, com paletas, pincéis, cavaletes, caixa de t

intas, mobiliário, documentos, manuscritos, fotografias, negativos em vidro e uma pequena biblioteca.
O museu abre de terça a sexta-feira de 10 às 17 horas e sábado e domingo de 13 às 17 horas. Telefone do Núcleo de Apoio: 2717-1000 Telefone do Núcleo Técnico: 2717-1720


O
Solar do Jambeiro foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional —
IPHAN, em 25 de abril de 1974.
Encontra-se localizado à rua Presidente Domiciano, nº 195, Ingá, Niterói, Estado do Rio de Janeiro.
Construído em 1872 por Bento Joaquim Alves Pereira, rico português residente no Rio de Janeiro, o
Palacete Bartholdy ou
Solar do Jambeiro é um notável exemplar da arquitetura residencial urbana burguesa, em meados do século XIX.

Em meio à bela chácara arborizada, ergue-se o amplo sobrado, revestido de autênticos
azulejos de padrão, típicos das construções portuguesas.
Originalmente e por breve período, serviu como residência de seu construtor, sendo depois alugado ao médico Júlio Magalhães Calvet. De maio de 1887 a março de 1888, foi ocupado pelo pintor Antônio Parreiras que, em seguida, construiria sua residência própria, nas proximidades do solar.

Em 1892, Bento Joaquim vendeu a propriedade ao diplomata dinamarquês
Georg Christian Bartholdy.
Ao longo de quase trinta anos, o belo sobrado continuou a abrigar famílias e atividades diversas, tendo em vista as frequentes ausências decorrentes da atividade profissional de seu novo proprietário.
Em 1903, sediou o Clube Internacional, agremiação de caráter recreativo cultural, que reunia a sociedade niteroiense e as colônias estrangeiras; entre 1911 e 1915, esteve alugado

ao Colégio da Sagrada Família; em 1918, foi ocupado por Pedro de Sousa Ribeiro, da Guarda Nacional.
Finalmente, a partir de 1920, a família Bartholdy passou a residir no palacete, quando foram introduzidas modificações no interior do imóvel.
Em 1950, Vera Fabiana Gad, filha do diplomata, adquiriu a parte pertencente a seus irmãos e ocupou o solar até 1975. Seu único filho, Egon Falkenberg, recebeu o bem em herança, juntamente com sua mulher Lúcia, e após a morte do casal o prédio permaneceu com os respectivos herdeiros. Durante as décadas de 1980 e 1990, o solar esteve fechado, sendo eventualmente arrendado para atividades inadequadas, o que acelerou sua descaracterização e deterioração.

Em 12 de agosto de 1997, o
Solar do Jambeiro foi desapropriado pela Prefeitura Municipal de Niterói, numa iniciativa do Prefeito Jorge Roberto Silveira, com vistas a resguardar sua integridade física e restaurar seus aspectos históricos e arquitetônicos, motivadores de seu tombamento federal.
Um pouco da música que tocava no Solar do Jambeiro
Museu do Ingá
Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro
O Museu de História e Arte do Rio de Janeiro (MHAERJ), ou Museu do Ingá (como é popularmente conhecido), está localizado em Niterói, Brasil.
Edifício 
Em
1896, a casa foi vendida ao Visconde de Sande, José Francisco Correia, futuro
Conde de Agrolongo, que a reformou, adquirindo móveis e objetos decorativos condizentes com sua situação de próspero industrial.
O Palacete Sande, como ficou conhecido, foi o palco de recepções que atraíam a elite da sociedade fluminense.
Em março de
1977, foi criado através de decreto o Museu Histórico do Estado do Rio de Janeiro, que mais tarde se fundiu ao Museu de Artes e Tradições Populares, passando a ser denominado Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro.
Acervo
O Museu possui aproximadamente 4.800 peças entre
mobiliário,
porcelana, acessórios de indumentária, documentos,
cristais,
escultura,
fotografias,
numismática e
pinturas. Este acervo está dividido em seis colecções distintas:
Colecção Artes e Tradições Populares
Colecção Pinturas Brasileiras
Pinacoteca
Lucílio de AlbuquerqueColecção de Leques e Porcelanas
Colecção Palácio
Nilo PeçanhaColecção Governantes Fluminenses
A maior parte do acervo, é constituído por peças representativas das artes e tradições populares de vários estados brasileiros e em especial do Estado do Rio de Janeiro. Do acervo variado o museu apresenta peças de
Mestre Vitalino,
Zé Caboclo, Carrancas do Guarani e esculturas de
Mudinho.
Centro de Referência
Junto ao Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro funciona o Centro de Referência, Pesquisa e Documentação em História que recentemente recebeu o acervo do ex-governador
Amaral Peixoto.
Cursos
O Museu organiza turmas de cursos de iniciação artística, são em, Oficina de Gravura (básico), Oficina de Escultura, Oficina de Pintura, Oficina de Papel Artesanal e Oficina de Cerâmica
Sites:
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.